quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Morre seu filho da mãe. Morre.



Toda a gente conhece gente louca. Mas eu acho que conheço mais loucos que toda a gente. Hoje passou por mim o mais louco de todos os insanos que algum dia vaguearão pelo planeta. E ele nem merecia que eu escrevesse sobre ele, mas a sua singularidade arrasta-me o pensamento para si a cada cinco minutos. Nunca vi coisa assim. Nunca mais quero ver. Morre se puderes. Morre se conseguires. Não digo morre se te deixarem, porque antes de o permitirem já te o teriam implorado. Morre e não padeças sobre a terra para não nos contaminares os solos. Vai morrer longe... é frase feita mais que perfeita.
Não te odeio porque não te conheço. Ainda bem. Porque assim, em vez de desejar que desapareças, ia desejar morrer primeiro.
Nem sinto instinto de te matar, por achar-te indigno de tal árdua tarefa. Morrerias às minhas mãos se te amasse por não querer deixar esse trabalho para os outros.
Mas tu, homem mistificado de "coisa", não mereces mais que sufocar sozinho e sem público, para não te restar um segundo de dúvida sobre a falta, que não fazes, à humanidade.



3 comentários:

  1. Morre canalha, mas só uma vez...

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  2. Credo, parece praga de bixa! LOL

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    1. Não sei. As bixas que conheço são dóceis e não rogam pragas :)

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